Uma intenção comunicativa ali, outra finalidade discursiva acolá, e assim vamos seguindo imersos no meio social, conscientes de uma só certeza: a de que somos seres eminentemente sociais e, como tais, precisamos nos comunicar e sempre o fazemos mediante um objetivo, haja vista que não falamos e nem escrevemos para nós mesmos. Se bem que um diário não faz mal a ninguém, não acha?
Pois bem, todas essas circunstâncias sobre as quais falamos representam os chamados gêneros textuais – retratando as situações de interação verbal e/ou escrita de que fazemos parte diariamente. “Diariamente” nos remete a uma ideia de algo que ocorre com certa frequência, com certa... assiduidade, pronto! É a palavra correta! Assim, tal aspecto nos conduz a outro termo, antes expresso no título de abertura desta subseção: cotidiano. Sim, cotidiano, haja vista que se trata de gêneros bastante demarcados na nossa vivência, tais como escrever um e-mail; enviar uma carta, apesar da era tecnológica em que estamos inseridos; criar um blog, atualmente tão em alta; e por que não dizer... escrever um diário? Oh! Querido diário!

Quando se fala em gêneros textuais, logo se remete à ideia de que estamos imersos em distintas circunstâncias comunicativas, ora atuando como emissores, ora como receptores. Assim, na qualidade desse segundo posicionamento (receptores), buscamos sempre nos manter informados acerca dos últimos acontecimentos que norteiam a sociedade como um todo, intento esse que nos satisfazemos por meio das notícias, reportagens, editoriais, artigos de opinião, carta de leitor (quando a intenção é de se interagir com opiniões diversas sobre uma dada matéria publicada).
Nesse sentido, vale afirmar que tais gêneros são veiculados no universo jornalístico, seja por meio dos jornais expressos em meio eletrônico, impressos ou até mesmo aqueles transmitidos pelos meios televisivos.
Muitas são as situações em que você participa de um seminário ou até mesmo presencia alguém relatando acerca da própria vida através da oralidade, o que configura o relato. Em se tratando da segunda, suponhamos que você deseja imensamente que um determinado problema seja solucionado, como a instalação de um semáforo na rua de sua residência. Obviamente que você, juntamente aos demais moradores, irá enviar às autoridades competentes um abaixo-assinado, uma carta aberta, ou até mesmo um manifesto.
Como percebido, trata-se de ocorrências comunicativas bastante pontuais, e que nós, em se tratando de determinadas situações, temos de nos inteirar acerca das particularidades linguísticas que as demarcam, razão pela qual optamos por criar este espaço, todinho reservado a você, no intento de fazer com que tais habilidades sejam cada vez mais aprimoradas.